terça-feira, 27 de setembro de 2011

Price of Persia The sands of Time

                                                   Prince Of  Persia 
                       The Sands of Time !




  

Assim como Mario 64 e Metroid Prime que transformaram brilhantemente duas séries originais do 2D para o 3D, Prince of Persia: The Sands of Time é uma adaptação tridimensional perfeita do clássico Prince of Persia de 14 anos atrás.





O jogo não apenas tem um dos melhores gráficos desta geração, seja no Playstation 2, Xbox ou Gamecube, mas surpreende com uma jogabilidade sensacional e um design de fases que lembra os melhores momentos de ICO, Mario Sunshine, Myst e Zelda.




Muito mais que um duplo twist carpado




Sands of Time conta a história do jovem príncipe que, para conquistar a admiração do pai, consegue roubar a ¿Dagger of Time¿ (ou ¿Adaga do Tempo¿) dos subterrâneos do palácio inimigo. Persuadido pelo sempre mal intencionado Vizir, o príncipe usa a adaga para abrir uma ampulheta onde estão contidas as tais Sands of Time (Areias do Tempo) que dão título ao jogo, iniciando uma maldição que transforma todos nos castelo numa espécie de zumbi, com exceção, é claro, dos três necessários para sustentar o enredo de uma aventura das mil e uma noites: o Vizir, um velho que não vale a esfirra que come, uma bela princesa e o próprio príncipe.




Este enredo serve não apenas como pano de fundo para a aventura, mas também para justificar algumas boas idéias da jogabilidade. Com a ¿Dagger of Time¿ em mãos o príncipe tem o poder de voltar no tempo ou apenas retardar sua passagem, o que é de grande serventia em um jogo de plataforma onde você volta e meia cometerá erros fatais. Um pulo errado e uma queda fatal em um precipício podem ser revertidos num singelo apertar de botão que volta a ação em alguns segundos, como se fosse uma fita rebobinando, suficiente para você tentar de novo do ponto em que errou. Nada de ter que repetir toda uma fase por causa de um errinho bobo. O fator frustração predominante em jogos de plataforma tipo Mario é praticamente inexistente em PoP: The Sands of Time, graças a essa saída inteligente do poder de reversão do tempo.




O poder da Adaga ainda facilita a vida do príncipe na hora de lutar, deixando a ação em slow-motion e, conseqüentemente, permitindo esquivar e planejar os movimentos com mais cautela. Mas é um recurso que usei muito pouco durante todo o jogo, pois as batalhas tendem a ser mamão com açúcar para a destreza do príncipe, mesmo com ele tendo que enfrentar sempre grupos de quatro ou cinco zumbis de uma vez.




Na verdade o príncipe pode fazer muito mais que dar cabo de uma meia-dúzia de covardes zumbis. Ele é um ginasta espetacular e uma de suas habilidades mais notáveis é a capacidade de correr pelas paredes, como se fosse Trinity de Matrix. Além disso, salta como uma lebre e tem punhos de aço, capazes de firmá-lo em qualquer parede onde houver apoio.




A maior parte de PoP Sands of Time consiste em usar da habilidade atlética do príncipe para explorar o enorme palácio e seus calabouços. É uma tarefa extremamente gratificante, graças ao controle intuitivo e preciso, e aos cenários muito bem bolados e bonitos. A jogabilidade é uma delícia, o príncipe faz malabarismos cinematográficos e sua execução pelo controle é totalmente intuitiva e natural.




Farah, uma bela morena munida de arco e flecha, acompanha o príncipe em quase toda a jornada. Ela irá ajudá-lo na resolução de enigmas e nos combates, embora com ataques muito fracos. Sua melhor qualidade, entretanto, é o corpinho esguio que, além de inspirar alguns sonhos do príncipe, permite que entre em frestas na parede, acessando lugares impossíveis para você. A presença de Farah rende também alguns bons diálogos com o príncipe e momentos cômicos.




Já o combate é bonito de se ver e tem mais complexidade que o comum no gênero de plataforma que, tradicionalmente, costuma ser limitado a bundadas ou simples golpes frontais nos inimigos. PoP Sands of Time te oferece alguns golpes especiais (a adaga é sempre usada para um golpe final nos zumbis) e combos simples de dois botões, mas a longo prazo é um tanto cansativo e limitado, além de muito fácil. Em muitos momentos tem-se a sensação de que os inimigos, que aparecem sempre do nada, existem apenas para retardar seu progresso na aventura, ou melhor, para alongar o jogo às 10 horas médias de durabilidade.




É também muito bem feita e natural a forma com que o desafio vai se intensificando com o progresso na aventura. O jogo começa como um tutorial dos movimentos do príncipe e, lá no final, estará exigindo que você faça as maiores ousadias com nosso nobre bailarino do deserto. Mas PoP Sands of Time falha em não apresentar praticamente nada diferente do que você já tem e faz no começo do jogo. Fora uma ou outra espada nova, não existem itens ou movimentos novos para acompanhar sua evolução, o que acaba dando uma ligeira sensação de repetição da metade do jogo pra frente. O primeiro terço da aventura pode ser classificada como brilhante, mas o restante é ¿apenas¿ ótimo, devido à ligeira falta de variedade.




Ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão




Prince of Persia, o original, é um dos jogos mais influentes dos últimos tempos. É o pai de Tomb Raider, e influenciou grandes jogos como ICO e Flashback, pra não falar de toda a animação realista que se seguiu desde seu lançamento no final dos anos 80.




Mas PoP Sands of Time cobra cada centavo da dívida. O jogo é um pot-pourri de vários dos melhores jogos dos últimos anos. Os pulos de parede em parede de Mario Sunshine, os puzzles com espelho de Zelda (ou seria de Deflektor), o efeito bullet-time de Matrix, alguns enigmas com máquinas no estilo de Myst, e a idéia de rebobinar a fita e voltar no tempo de... errr... Blinx: The Time Sweeper, são todas idéias absorvidas por PoP Sands of Time. Mas não há nada de errado nisso, pois foram copiadas com muita competência.




A maior influencia, oficialmente assumida - obviamente desconsiderando o PoP original - é ICO. PoP Sands of Time copia vários dos cenários do jogo da Sony (os ambientes externos são praticamente uma cópia carbono do lindo castelo de ICO) e o homenageia abertamente em alguns momentos (quem jogou ICO poderá reconhecer, entre outras coisas, a gaiola de Yorda em uma cena muito parecida com a seqüência em que os dois fogem do castelo).




E Farah é praticamente uma versão bastante bronzeada da espectral Yorda, um tanto mais eloqüente e pró-ativa, é bom que se diga.




Para quem gostou de ICO e anda carente, PoP Sands of Time é um jogo obrigatório, mesmo que ainda seja estilisticamente diferente e não tão emotivo. Por ser um jogo mais comercial e mais focado na ação, alguns dizem que é um ICO para as massas.




As diferentes versões de PoP




PoP Sands of Time está disponível para os três consoles, com a versão para PC chegando daqui a uns dias. As diferenças entre elas são mínimas. No Playstation 2 há uma ligeira queda na taxa de quadros por segundo, nada grave, mas não acontece nas versões de Gamecube e Xbox.




Outra diferença está nos extras do DVD. A versão do Playstation 2 mais uma vez leva uma ligeira desvantagem, oferecendo apenas o jogo Prince of Persia original do Mac, que é uma versão mais colorida, mas com controles ruins e muito pouco "respondíveis". A do Gamecube inclui este PoP emulado do Mac mais um vídeo do ¿Making of¿, enquanto a do Xbox traz tudo isso e mais o Prince of Persia 2 original do PC. Em breve a Ubi vai liberar um código que abre uma fase do PoP original reconstruída em 3D, para todas as versões do jogo.




É até compreensível que a Ubi queira colocar extras diferentes para cada plataforma, mas acho uma falta de bom senso deixar de fora um ¿Making of¿, como se os usuários do Playstation 2 não tivessem direito a saciar a curiosidade de como foi feito o jogo. Será que a Ubi espera que alguém compre uma outra versão só por causa desse extra? Não dá pra entender.


O Veredicto: Sands of Time pode não ser um jogo inovador como o PoP original foi, mas é tão gratificante, cativante e bem feito que pouco importa. É, sem dúvida, um dos jogos mais bonitos e divertidos do ano, e deve ser obrigatório na lista de pedidos para o Papai Noel.



                                                       

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

                                                     Tekkens




Tekken 5 é o sexto jogo da popular série de videogames Tekken para PlayStation 2.Tekken 5, assim como Tekken 3, teve uma atualização para outra plataforma. O jogoTekken 5: Dark Resurrection, lançado em 2006 para o PSP, traz melhorias em relação ao jogo original e ainda adiciona três personagens: Lili Rochefort, Sergei Dragunov e a volta de Armor King. Ao contrário de Tekken 5, Jinpachi Mishima pode ser controlado sem a necessidade de um aparelho que insira códigos. A sua continuação, Tekken 6, foi anunciada para a plataforma PlayStation 3.





Tekken 5 deixa os erros de Tekken 4 para trás. O jogo apresenta um sistema de combate mais rápido e fluido, gráficos melhorados e traz antigos personagens de volta, além de promover o lançamento de novos personagens. O jogo também conta com a volta das arenas de combate infinitas, marca registrada da série. Além disso, é um jogo para colecionadores e fãs da série, pois traz como bônus as versões de arcade de Tekken,Tekken 2, Tekken 3 e Star Blade. O conceito de jogar o oponente contra a parede (que começou em Tekken 4) é, desta vez, mais eficaz. É mais fácil jogar o oponente contra a parede, mas também é mais fácil de se defender. Pela primeira vez, Tekken 5 permite que o jogador personalize seus lutadores, podendo mudar as cores de cada elemento de sua roupa e comprar equipamentos para melhorar a aparência de acordo com o gosto do jogador. Para isso, usa-se o dinheiro ganho em cada luta, embora alguns personagens não sejam personalizáveis (Como Mokujin, Eddy Gordo, que está no mesmo caracter de Christie Monteiro e o Modo Random/Shuffle, que permite escolher o personagem aleatóriamente). Os modos onde se ganham dinheiro são: Story, Survival e Arcade Battle.Tekken 5 também inclui um mini-game (como o Tekken Force de Tekken 3 e Tekken 4) chamado Devil Within, um jogo paralelo à história de Tekken onde o jogador controla Jin Kazama (que pode ser incorporado em Devil Jin) procurando detalhes de seu passado. O cenário do mini-game é baseado dentro da G Corporation e em ruínas, lutando contra vários modelos do andróide Jack (inclusive o Jack-4 que nunca entrou num torneio), além de outros inimigos. Além disso, Devil Within também é um meio de ganhar dinheiro, e abrir (Caso não tenha já ativado) o Devil Jin, depois de jogá-lo 1 vez.




                                                    GOD OF WAR 



Como será God of War 4?


Se você, assim como boa parte dos usuários do Baixaki Jogos, é fã de God of War, então provavelmente acorda todos os dias e se pergunta: quando é que poderei jogar God of War IV? Alguns mostram menos esperança, questionando a possibilidade do quarto jogo sequer ser lançado.
Afinal de contas, não poderia ser diferente. Todo mundo sabe muito bem que a série é uma das mais impactantes dos últimos anos. Kratos, o lendário anti-herói do game, já passou por inúmeras situações distintas, enfrentando deuses e seres mitológicos que renderam excelentes momentos na franquia. O cara enfrentou desde Hades até o próprio Zeus e ainda encarou titãs do tamanho de arranha-céus. Tudo isso regado por uma trama espetacular, que, ao lado da pancadaria, é um dos elementos característicos da série.
Basicamente, a Sony conseguiu criar uma série de sucesso que deixou jogadores do mundo todo sedentos por sangue. Qualquer fã de God of War concorda que novos jogos da série são sempre bem-vindos. Basta observar os exemplos do PSP, Chains of Olympus e Ghost of Sparta, que, além de receberem excelentes notas por parte da crítica especializada, também foram sucesso de vendas.
Mas, como qualquer história, a trama de God of War tem um fim. Sim, não podemos negar que o roteiro é muito bem elaborado, trazendo diversas reviravoltas durante os três principais títulos da série. Até mesmo o pano de fundo dos spin offs para PSP também surpreendem, narrando eventos secundários que envolvem Kratos, mas que não deixam de ser impressionantes.



Se você já terminou o terceiro jogo da série, então provavelmente sabe como a trilogia termina. Sim, God of War 3 põe um ponto final na série, mas não vamos estragar a surpresa — ou pelo menos tentaremos. “Vocês estão dizendo que God of War 4 jamais chegará às lojas? É isso?!” Calma, não se desespere.
Nós resolvemos reunir algumas teorias, e criar outras, para falar como poderia ser o próximo jogo da milionária série da Sony. Será que GoW 4 não terá Kratos como personagem principal? Ou quem sabe o jogo se passe antes dos demais títulos? As possibilidades são inúmeras. Confira

Será mesmo?Um futuro incerto

Bem, antes de qualquer coisa, vale a pena mencionar que o futuro da série God of War é incerto — ao menos em relação ao quarto jogo da série. Parece que a história realmente chegou ao fim e não podemos ter mais nada depois de God of War 3. Isso, entretanto, não significa que outro jogo da série jamais chegue às lojas.
Como conferimos com os spin offs, jogos que não fazem parte da linha principal, o universo de God of War é realmente imenso. Até mesmo nos próprios jogos centrais da série temos materiais adicionais que visam complementar o que não pôde ser exibido durante o jogo, gerando vídeos e vários outros tipos de arquivos.
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Contudo, para Stig Asmussen, diretor de God of War 3, não devemos ter pressa para um novo jogo da franquia. Segundo Asmussen, há um momento em que a equipe responsável pelo jogo deve manter um alto nível de qualidade. Consequentemente, isso, conforme o diretor, impede que a Sony lance um jogo da série a cada 2 ou 3 anos. “Isso tornaria a série banal”, comenta Asmussen.
Certamente, o diretor tem razão. Cada um dos três jogos centrais da série recebeu a atenção necessária para que pudessem se tornar as obras que conhecemos hoje. Um desenvolvimento apressado, algo que, normalmente, acontece por parte das distribuidoras, pode ser fatal para um jogo, manchando não somente a sua imagem, mas  a de toda a franquia.
A qualidade dos três jogos principais da série é absurdamente boa e você, assim como qualquer um que já tenha desfrutado dos títulos, provavelmente espera algo ainda mais impactante do que God of War 3.
E, sejamos sinceros, às vezes vale a pena esperar o tempo que for por um jogo. Um exemplo? Gran Turismo 5, que já está na lista dos jogadores há um bom tempo e tem tudo para ser um dos maiores jogos desta geração. Se for pra aguardar por algo espetacular, então nós aguentamos, não é mesmo? E outra: quanto maior a sede, a sensação que temos é de que o lançamento se torna ainda melhor.

Próxima parada...Qual será?
Todos sabem que a trama de God of War é centrada na mitologia grega, trazendo uma interpretação de deuses e criaturas que fazem parte dessa cultura. E você provavelmente deve saber que, pouco a pouco, Kratos foi conseguindo o que finalmente queria: a vingança.
Desde o primeiro God of War, muitos problemas aconteceram. Para não estragar as surpresas, podemos adiantar que o Fantasma Espartano conseguiu tudo o que mais queria, com muito esforço e sofrimento.
Ok, parece que não tem jeito, vamos ter que mandar um spoiler. Então, cuidado, pois o trecho a seguir contém revelações de enredo da série God of War. Kratos acabou com praticamente todos os deuses da mitologia grega em God of War 3, incluindo Zeus. E o que o guerreiro sabe fazer, além de matar, matar e matar? Eis uma questão que não quer calar. Ouvimos dizer que ele é um excelente açougueiro, mas são apenas rumores.
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Enfim, Kratos cumpriu sua missão. Depois de se vingar de Ares, um dos responsáveis pela destruição causada pelo Fantasma Espartano, que acabou aniquilando sua própria família, o guerreiro destruiu os deuses e finalmente se vingou de Zeus.
É, amigo, e se não existem problemas para Kratos, então provavelmente não haverá um God of War 3. A menos que...

Um novo membro na famíliaConheçam Deimos, o irmão de Kratos

Você já pensou que, com Kratos aposentado, a Sony pode decidir introduzir um novo personagem para o quarto jogo da série? É, parece um absurdo, mas isso realmente pode acontecer. Alguns jogos já fizeram isso, como é o caso de Devil May Cry 4, que trouxe Nero, um novo valentão para a série.
Isso, é claro, poderia deixar muitos fãs simplesmente furiosos. “God of War sem Kratos? Ah, conta outra”, eis uma frase que possivelmente seria ouvida antes do lançamento. Mas, e se esse novo personagem fosse ninguém menos que o irmão do próprio Kratos. Agora estamos falando a mesma língua!
Se você desconhece, Kratos não é o único filho em sua família. Antes de comentarmos isso, vale a pena dizer um pouco sobre o nascimento do próprio Fantasma Espartano. Segundo a mitologia, Zeus, o Rei dos Deuses, cria uma relação de amor e ódio com uma mera mortal. Dela, surge o nascimento de um bebê. Atormentado pela profecia de Cronos, que destruiu seu pai, Urano, Zeus teme que o mesmo possa vir a se repetir consigo, decidindo aniquilar seu próprio filho.
Mesmo assim, o Rei dos Deuses não conseguiu fazer o trabalho sujo com as próprias mãos, ordenando que sua mulher eliminasse o filho. A mãe então parte para uma estrada, onde deixa seu filho para que a natureza cuide do restante. Contudo, a criança acaba sendo salva por um guerreiro de Esparta, que imediatamente coloca o filho de Zeus em um intenso programa de treinamento para órfãos.
O jovem acaba se destacando no grupo, não somente por ser mais forte, rápido e ágil, mas também por ter a coregam de fazer coisas que nem mesmo os adultos seriam capazes. Com isso, surge o guerreiro que mais tarde ficaria conhecido como o Deus da Guerra: Kratos.
A origem de seu irmão, Deimos, é cercada por mistérios. Há quem diga que Deimos também participou do mesmo intenso programa para treinamento de Kratos, mas, não obteve a mesma sorte de seu irmão quando foi raptado por Ares e Atenas, que temiam a profecia de que o filho de Zeus mataria seu pai. O motivo desse sequestro são as marcas no corpo Deimos, as quais, supostamente, indicariam o assassino do Rei dos Deuses.
Entretanto, Kratos, furioso com o acontecimento, decide tentar atacar os sequestradores. Sem sucesso, o jovem é jogado para longe por Ares e acaba com uma cicatriz em seu rosto. Essa cicatriz é a verdadeira marca que indica quem será o responsável pela morte de Zeus.
Depois de tudo isso, o paradeiro de Deimos se torna uma incógnita. Independentemente disso, o fato é que ele existe e você pode até controlá-lo em God of War III. Como? Quem comprar God of War: Ghost of Sparta, ganha um código para desbloquear uma skin que transforma Kratos em seu irmão.
Mas será que a participação de Deimos na série se limita a isso? Será que o irmão de Kratos não receberá mais atenção da Sony? Provavelmente, Deimos tem muita história para contar e a Sony sabe disso. As chances de ele aparecer em um próximo game, quem sabe até em God of War 4, são enormes.

Muitas possibilidadesE o futuro de God of War continua um mistério





Não há como negar que a Sony ainda pode explorar, e muito, a série God of War. A grande dúvida é: como ela vai fazer isso? Além das possibilidades levantadas acima, existem também outras realmente curiosas, algumas indicadas pela própria desenvolvedora.
Quem jogou God of War: Collection e completou o game no Spartan Mode teve a chance de conferir um vídeo curioso no menu Treasures. Trata-se do Fate of the Titan, no qual a história dos momentos finais do titã Cronos é narrada por Gaia. O vídeo termina com menções aos tempos atuais, mostrando helicópteros que, supostamente, haviam encontrado o Templo de Pandora em algum lugar do mundo, com Gaia finalizando com a seguinte frase: “Um novo herói vai aparecer”.
Sim, há a hipótese de que o novo God of War dispense os tempos antigos para adotar uma temática moderna, com helicópteros e todas as maravilhas bélicas. Será que agora o novo herói enfrentaria o Deus cristão? Ou os vilões seriam outros?
God of War tem tudo para continuar. A excelente série da Sony ainda tem bastante lenha para queimar, mesmo que Kratos não esteja por perto. Agora, resta saber qual será o próximo passo. E que venha God of War 4!


 é isso  god of war 4 pode ser um misterio só sei que quero jogar!:D XD

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

bem 10 tudo! XD

                                                                        bem 10


Ben 10: Supremacia alienígena  contará a história de Ben Tennyson, agora com 16 anos e com todo o mundo já conhecendo quem ele é e do que é capaz. Ele é um Super Heróis super popular em todo o planeta. Ben 10 aparecerá munido de um Super omnitrix onde ele poderá se transformar em Aliens, alguns já conhecidos, ams só que em versões Mega desenvolvidas e as suas aventuras nesta temporada não terão barreiras, indo além até do que  imaginava.




              


                                                em desenho




                       
                        em perssoa!     

sábado, 10 de julho de 2010

Homenagem para bleach

Bleach


Go! Bleach


Ichigo-Lado Hollow


Ichigo


Bleach




sexta-feira, 9 de julho de 2010

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